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Para sua vida

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Por que fazer terapia?

Ao longo da nossa vida, em diferentes momentos, sofremos por diversas razões e temos dificuldades para lidar com muitos problemas. Essas situações e desafios nos afetam emocionalmente fazendo com que muitas vezes ajamos contrários aos nossos valores e objetivos, magoando a nós e/ou as pessoas que são importantes. Não enfrentamos os obstáculos ou os enfrentamos de maneira impulsiva e/ou agressiva, acabando, assim, por nos afastar dos nossos objetivos. Muitas vezes, envolvidos nessas emoções, não conseguimos lidar com o sofrimento, mudar os comportamentos e resolver os problemas sozinhos, podendo, assim, gerar sérios e importantes comprometimentos em nossas vidas, como por exemplo os comportamentos suicidas e as condutas auto lesivas sem intencionalidade suicida. Para essas e outras questões buscamos o auxílio da psicoterapia.

Por que a Vincular?

Os nossos psicólogos têm capacitação para acolher o sofrimento, auxiliar e orientar, com fundamentação científica e ética, baseado nos valores do paciente e na resolução de seus problemas. O objetivo da terapia é auxiliar o paciente a conviver com o seu sofrimento e modificar seus comportamentos para que tenha uma vida mais significativa e plena.

Indicações
  • Comportamento Suicida
  • Saiba mais
  • Desregulação Emocional
  • Saiba mais
  • Condutas auto-lesivas sem intencionalidade suicida (auto-mutilação)
  • Crises emocionais
  • Comportamentos Impulsivos
  • Falta de sentido na vida
  • Perdas e dificuldades de relacionamento
  • Ansiedade
  • Depressão
  • Medos/Fobias
  • Traumas

Comportamento Suicida

Muitas pessoas vivem acompanhadas por diversos pensamentos de que a vida não tem sentido, de que seus problemas não possuem solução e de que não vale a pena permanecer vivo. Chamamos isso de pensamentos de desesperança. Em alguns casos, eles podem vir acompanhados de ideação de morte, que é a ideia de que seria melhor sumir ou estar morto, e de ideação suicida, que é a ideia de agir ativamente para provocar sua morte. Quando a ideação suicida se transforma em um ato, denominamos isso de tentativa de suicídio. Algumas pessoas possuem também as condutas auto-lesivas sem intencionalidade suicida para lidar com o sofrimento. Cabe salientar que em todos os casos acima é crucial a intervenção terapêutica. Isso porque o sofrimento de quem está vivenciando esses pensamentos e comportamentos é muito intenso e essa conduta é uma atitude desesperada, mas não efetiva, pois não ajuda a resolver os problemas que estão provocando a intensidade do sofrimento.

É muito comum que as pessoas que passam por isso sintam-se sozinhas e desoladas. Muitas vezes elas não conseguem se sentir compreendidas em seu sofrimento, acreditam que dificilmente outras pessoas possam partilhar da intensidade do sofrimento delas, ou ainda, julgam-se com muita intensidade, seja pelos seus problemas, pelas suas emoções ou pelos seus comportamentos.

Pode ser que você ou algum familiar seu passe por isso. Se isso ocorre, é fundamental que procurem atendimento especializado para essa situação. Nós temos os recursos necessários para auxiliar neste momento. Nós trabalhamos com uma intervenção validante e empática ao tamanho do sofrimento vivenciado, e, ao mesmo tempo, com um repertório de estratégias cientificamente validadas e efetivas para intervir nessas situações.


Desregulação Emocional

Todos nós sentimos emoções. Independente de serem agradáveis de se sentir (como alegria) ou desagradáveis (como medo), todas elas tem uma função na nossa vida. No entanto, não são todas as pessoas que possuem a habilidade de identifica-las, nomeá-las e utiliza-las efetivamente. Reconhecer as emoções é muito importante para o desenvolvimento de duas habilidades vitais: 1) regular a intensidade dela e, dessa forma, 2) conseguir direcionar o nosso comportamento para objetivos importantes de longo prazo, mesmo que tenhamos de conviver com alguma emoção desagradável de sentir.

Emoções envolvem: 1) uma resposta fisiológica, 2) um conjunto de pensamentos específicos, 3) impulsos de ação, 4) ações verbais e não verbais. Elas organizam e motivam a nossa ação sem que precisemos pensar exaustivamente em toda a tomada de decisões. A expressão da emoção também pode influenciar ações de outras pessoas. Isso é ótimo, mas também pode se tornar um problema.

É possível que você tenha comportamentos ditos impulsivos, pois atendem a necessidades de curto prazo, gerando problemas no longo prazo? Sabia que há uma habilidade necessária para poder experienciar e modificar as emoções sem que padrões de comportamentos gerem problemas no longo prazo? Essa habilidade se chama regulação emocional.

A regulação emocional envolve a capacidade de inibir o comportamentos impulsivos ou inapropriados relacionados a emoções intensas; capacidade de se auto organizar para desenvolver ações direcionadas para objetivos de vida, ao invés daquelas impulsionadas pela emoção sentida; conseguir reduzir a ativação fisiológica quando alguma emoção intensa for ativada; e conseguir alternar o foco da atenção quando estiver em uma resposta emocional intensa (Linehan, 2015). Quando ocorrem dificuldades em realizar qualquer um dos pontos acima, dizemos que temos uma resposta desregulada emocionalmente.

Desregular a emoção é algo normal quando for situacional, não levando a problemas intensos. Porém, algumas pessoas apresentam essa desregulação emocional constante, tornando-se um padrão e propiciando comportamentos que atendem às necessidades do momento e não à objetivos de vida. Nos casos mais intensos, essas pessoas terão comportamentos suicidas e auto lesivos sem intencionalidade suicida; relacionamentos instáveis e intensos com as pessoas; dificuldade em se manterem em projetos de longo prazo; sensação de vazio interior, entre outros.

Você ou alguém que você conheça sente ou faz isso?

A Terapia Comportamental Dialética (DBT, na sigla em inglês) tem por objetivo ajudar pessoas com desregulação emocional a se dirigirem a uma vida que valha a pena viver, desenvolvendo a habilidade de regular as emoções. A compreensão e o tratamento da desregulação emocional requerem profissionais especializados para uma intervenção empática, validante e firme, auxiliando na aceitação e orientação à mudança, e comprovadamente efetiva para a resolução do problema. Nós fazemos isso.


Psicoterapia Individual

Na Vincular a psicoterapia é realizada por psicólogos reconhecidos em sua área de trabalho - principalmente no atendimento às pessoas com intenso sofrimento emocional -, e realiza serviços qualificados para todas as faixas etárias. Os encontros são semanais (frequência semanal a ser definida com o psicoterapeuta) com duração de 50 minutos. Na primeira consulta define-se junto ao terapeuta o valor das consultas e o horário de atendimento.

Os nossos psicoterapeutas auxiliam os seus pacientes a observarem, escolherem e se responsabilizarem pelas suas escolhas, dentre as 4 possibilidades para lidar com os problemas que afligem as suas vidas. 1) resolver o problema modificando a situação; 2) modificar a resposta emocional frente ao problema; 3) tolerar o problema ou 4) prosseguir com a vida como ela está.

O psicoterapeuta auxilia o paciente a reconhecer suas emoções e pensamentos e a observar seus comportamentos, visando aceitar e/ou mudar dos problemas de sua vida. A psicoterapia é um espaço acolhedor, de confiança e sem julgamento. É um trabalho mútuo, onde ambos se dedicam à solução dos conflitos.


Desenvolvendo competências pessoais

O programa Desenvolvendo Competências Pessoais é um complemento à psicoterapia. Visa aperfeiçoar as habilidades necessárias para mudar padrões comportamentais, emocionais e de pensamentos que estão associados aos problemas. O objetivo é reduzir a instabilidade emocional e desenvolver as seguintes áreas importantes para as pessoas:

- Consciência Plena (mindfulness): estar atento ao momento presente, intencionalmente e sem julgamento; experimentar a realidade como ela é.

- Efetividade interpessoal: utilizar as habilidades para atingir os objetivos interpessoais de forma efetiva; construção de novos relacionamentos interpessoais; acabar com relacionamentos destrutivos; atingir um equilíbrio entre emoção e razão dentro dos relacionamentos interpessoais.

- Regulação emocional: compreender e nomear as emoções; modificar as emoções que não são efetivas para os objetivos pessoais; diminuir a vulnerabilidade emocional; aprender a lidar com emoções realmente intensas.

- Tolerância ao mal-estar: desenvolver habilidades para lidar com crises emocionais; aprender competências para a aceitação da realidade como ela é, da própria história de vida e daquelas coisas que não temos como mudar.

O programa consiste em um encontro semanal, com duas horas de duração e realizado em grupo. Para maiores informações sobre funcionamento, horários e valores entre em contato conosco.

Grupo de Familiares

O Grupo de Familiares para pacientes com desregulação emocional consiste em uma proposta de 12 encontros semanais de 2h de duração no qual será explicado o que são e como ocorrem as dificuldades dos pacientes, assim como, ensinar-se-á uma série de habilidades para lidar com os problemas familiares de forma mais efetiva em busca do desenvolvimento de uma relação familiar mais harmônica.

A importância do grupo de habilidades deve-se ao fato de que muitas vezes as famílias não conseguem entender bem os comportamentos do seu familiar, o que muitas vezes faz com que essa família não saiba o que fazer quando esses ocorrem. Em outra grande parte dos casos, as famílias possuem poucas fontes de apoio. Por fim, e principalmente, as famílias, em sua maioria, não possuem treino de habilidades específicas que possam ser somadas a sua preocupação, amor e compaixão pelo seu familiar.

Observando essas características naturalmente já pode-se observar que o Grupo de Familiares possui uma ênfase específica em treinar habilidade que façam com que as famílias entendam as reações dos seus familiares e possuam habilidades que sejam de fato efetivas para lidar com essas situações. Para tanto, são desenvolvidas as seguintes habilidades ao longo dos 12 encontros: consciência plena (Mindfulness), emoções (identificação e modificação), validação, análise do comportamento (avaliação e modificação), efetividade interpessoal, limites pessoais, como lidar com comportamentos de risco, e aceitação radical e dialéticas.

Eventos

Aqui você poderá acompanhar nossas palestras para pacientes, familiares e demais interessados.

11/10/2017
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23/08/2017
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07/11/2016
Convivendo com pessoas que sofrem intensamente
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